Os 35 suspeitos presos em uma festa de facção criminosa este mês, em São Luís, tiveram suas prisões preventivas revogadas após audiências de custódia realizadas durante esta terça-feira (27), no Fórum Desembargador Sarney Costa, na capital maranhense. Eles responderão o processo em liberdade.
De acordo com o juiz Antônio Luiz da Silva, coordenador da Central de Inquéritos do Tribunal de Justiça, os suspeitos foram ouvidos por três juízes em audiências simultâneas com o objetivo de avaliar a situação de cada um deles. E por não terem sido encontrados indícios que os ligassem a alguma organização criminosa foram liberados.
De acordo com o juiz Antônio Luiz da Silva, coordenador da Central de Inquéritos do Tribunal de Justiça, os suspeitos foram ouvidos por três juízes em audiências simultâneas com o objetivo de avaliar a situação de cada um deles. E por não terem sido encontrados indícios que os ligassem a alguma organização criminosa foram liberados.

Ao G1 o magistrado destacou que a fragilidade no processo de identificação dos suspeitos, também, contribuiu para a liberação deles. “Não se sabe a quem atribuir de corrupção de menor, pois quando a policia prendeu não identificou o papel de cada suspeito. Não vinculou quem estava com droga e armas. Como havia fragilidade na identificação da autoria foi revogada a prisão preventiva”, explicou o magistrado.
Ainda de acordo com Antônio Luiz, nenhum dos suspeitos foi autuado por associação criminosa. “Nenhum deles foi autuado por associação criminosa, mas sim por porte de drogas e outras atribuições. Mas ficou evidente, pelo menos pra mim, que entre os detidos estavam pessoas trabalhadoras e estudantes, indivíduos que não representam risco a sociedade”, disse.
Para poder deslocar os presos para as audiências a Secretaria de Segurança utilizou de ônibus e um forte aparato policial, tanto do lado de fora quanto dentro do fórum. Dos 35 detidos, um foi liberado por causa de um habeas corpus de advogado, e dois já têm antecedentes criminais, fato já comprovado pela Justiça.
Ainda de acordo com Antônio Luiz, nenhum dos suspeitos foi autuado por associação criminosa. “Nenhum deles foi autuado por associação criminosa, mas sim por porte de drogas e outras atribuições. Mas ficou evidente, pelo menos pra mim, que entre os detidos estavam pessoas trabalhadoras e estudantes, indivíduos que não representam risco a sociedade”, disse.
Para poder deslocar os presos para as audiências a Secretaria de Segurança utilizou de ônibus e um forte aparato policial, tanto do lado de fora quanto dentro do fórum. Dos 35 detidos, um foi liberado por causa de um habeas corpus de advogado, e dois já têm antecedentes criminais, fato já comprovado pela Justiça.
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